Várias comunas francesas sofreram instalações ilegais de caravanas. Em Mex (Meurthe-et-Moselle), cerca de 250 caravanas (aproximadamente 800 pessoas) ocuparam terras privadas de um agricultor. A prefeitura departamental emitiu uma ordem de despejo com prazo de 48 horas; o documento foi entregue na quinta-feira por volta das 16h00.
Em Mions (Ródano), desde 7 de junho, cerca de 200 caravanas ocuparam ilegalmente dois terrenos. O prefeito Michaël Pacco declarou que iniciou todos os procedimentos legais e contactou as autoridades estatais. Ele foi pessoalmente ao local com a gendarmaria para tentar impedir a primeira instalação, mas não conseguiu; uma segunda tentativa foi parcialmente impedida. O prefeito também mandou cavar valas para evitar a expansão do acampamento.
Em Fonsorbes (Toulouse), 13 caravanas de uma comunidade evangélica ocuparam um campo de futebol em 7 de junho. O prefeito Mathieu Lafou iniciou um procedimento administrativo e judicial de despejo, recusando-se a assinar um acordo de compensação por água e eletricidade, também devido a preocupações com o acesso a recursos para os participantes de uma feira local.
Em Longvic, cerca de 160 caravanas instalaram-se ilegalmente em terrenos privados, após romperem barreiras de proteção. A situação pode estar ligada a atos de vandalismo numa área de trânsito na metrópole de Dijon. Espera-se que os ocupantes saiam em dez dias para participar de um encontro evangélico no leste da França.